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Mostrando postagens com o rótulo lojistas de moda

LOJISTAS - Conheçam a Wool Line

Há mais de 20 anos no mercado, a Wool Line cria peças originais em tricô e viscolycra com tricô. Direcionada para o público feminino jovem e contemporâneo, a grife mineira é conhecida por sua descontraída mistura de cores e pela alta qualidade de seus produtos. Surpreendendo a cada nova coleção com peças exclusivas, o inverno 2011 da Wool Line estará presente na próxima edição do Encontro da Moda, em janeiro. 

LOJISTAS - Chuva de presentes

Com a proximidade do Natal, as vendas para presentes crescem. E o que todo cliente quer é dar um presente que além de ser a cara de quem vai ganhar, seja valorizado por uma bela embalagem. A importância do invólucro muitas vezes pode ser tão decisiva na compra como o próprio produto. Por isso vale a pena caprichar! Presentinhos simbólicos e lembrancinhas podem ganhar status de super presentes simplesmente pela embalagem. Invista em sacolas com a logomarca da sua loja. Dê atenção a detalhes como etiquetas personalizadas. Uma dica é fazer uso do papel de seda - personalizado ou não - que agrega um ótimo efeito visual e valoriza ainda mais o produto. Escolha com cuidado as cores de fitas! Capriche nos laços e venda muito!

LOJISTA - Maiôs para todas as horas

Com tamanha costa litorânea, no Brasil se vende biquínis, maiôs e afins o ano todo. Investir nessas peças principalmente no verão é garantia de retorno rápido, mas é preciso acertar nas escolhas para garantir boas vendas. Modelos como tomara-que-caia e cortininha e calcinhas clássicas ou de lacinho são sempre procurados. Mas no verão 2011 as peças aparecem mais sofisticadas e transitam muito além do beira-mar. Com recortes inovadores, algumas peças não foram criadas para tomar sol e sim para desfilar por piscinas, balneários e resorts, inclusive à noite. Sofisticados maiôs surgem com detalhes como drapeados, babados, alças deslocadas, laçarotes e podem ser usados como blusas, agradando às clientes mais fashionistas. Para combinar, sugira criar looks como maiô + pantalona+ rasteirinha ou maiô + saia longa + sandália plataforma. Chiquérrimo!

LOJISTAS: Moda doce

As Candy Colors prometem ser o hit do verão 2011. Esta tendência está presente em roupas, acessórios, maquiagem e até mesmo nos esmaltes. A proposta vem depois da febre dos tons flúor e neon do verão passado. As cores continuam alegres só que em tons pastéis, o que dá uma pegada bem mais delicada, feminina e graciosa.  Fique de olho: a estação solar será em tons adocicados, que lembram mesmo cores de doces e sorvetes e nos remetem à infância.  As peças vem acompanhadas de laços, babados e fitas, que dão jovialidade ao look. Invista nas rosa, lilás, amarelo bebê, coral, azul bebê e verde água.

CONFECCIONISTA - O retorno do veludo molhado

Fonte: Desfile Rauph Lauren   Depois de vários anos renegado pelo mundo fashion, o veludo molhado reapareceu em desfiles internacionais e deve ser forte tendência no inverno 2011. O tecido, que já foi sinônimo de elegância e também alta-costura, volta em peças modernas e ao mesmo tempo luxuosas, como blasers e vestidos de comprimento mini.   Ralph Lauren, Alexander Wang e Dolce & Gabbana são alguns dos estilistas que apostaram no veludo molhado, seja de forma sexy - em mini vestidos e drapeados - ou clássica, apostando no toque luxuoso do material.

CONFECCIONISTA - Máquinas de costura aposentadas?

Fonte:www.ruadireita.com  Destaque em vários jornais no Brasil, a falta de profissionais costureiras tem preocupado as confecções e tornado relíquias as que estão no mercado. Profissão antigamente passada de mãe para filha – já que exige acompanhamento constante para realmente aprender - muitos jovens não querem seguir os passos da família e têm outros projetos. A ausência de profissionais especializados não é só um impasse gerado pela falta de estímulo financeiro, mas também pela desvalorização da profissão na sociedade atual.   Se muitos estudantes se interessam por moda, aparentemente poucos são os que se dedicam a corte, costura e modelagem. Com isso, cresce o temor da não renovação de mão-de-obra. Para se ter uma idéia, a idade das costureiras que trabalham nas confeccções em Minas Gerais, por exemplo, gira em torno dos 45 anos.   Para as confecções que trabalham com roupas de festa, a preocupação é ainda maior. Tecidos mais finos como organza e crepe georgete...