Com a aproximação do Natal, é tempo do comércio se preparar para grandes vendas. Em todo o país, crescem as expectativas com a chegada do 13° salário ao mercado. Uma pesquisa realizada em Belo Horizonte - desenvolvida pelo Departamento de Economia da Fecomércio Minas – aponta que mesmo 59,1% dos empresários acreditando que o benefício salarial deverá ser usado para o pagamento de dívidas, a expectativa é positiva, pois, a opção pelo consumo aparece em segundo lugar com 39,5% das respostas. Quitar os débitos e “limpar o nome” pode ser entendido como sinal de intenção de consumo, ou seja, mais compras. Segundo Silvânia Araújo da Fecomércio Minas, “o alto nível de endividamento das pessoas, aliado ao peso das contas em atraso, justifica a expectativa em busca do equilíbrio financeiro para viabilizar novas compras futuras", afirma a economista.
Cada dia mais bem informados, os consumidores estão se tornando mais conscientes em relação ao meio ambiente, repensando inclusive o consumo de moda. Tem-se buscado o consumo de peças de vestuário, calçados e acessórios com origem em matérias-primas renováveis, recicladas, sustentáveis. Nesse cenário, confecções que investem verdadeiramente em sustentabilidade saem na frente. No entanto, não basta usar o conceito verde em alguns tecidos e como estratégia de marketing. É preciso garantir a sustentabilidade em toda a cadeia de produção, principalmente se o alvo é também o mercado externo. Sylvio Napoli, gerente de capacitação tecnológica da Abit (Associação Brasileira da Indústria Têxtil), afirma que “Países da Europa e EUA já exigem a comprovação desse comportamento, pedem certificações e impõem barreiras técnicas para a importação. A indústria têxtil brasileira está começando a adaptar suas fábricas a esse novo conceito”. Fique atento!

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