Pular para o conteúdo principal

Em perspectiva

Um incremento de até 50% até 2016 – essa é a perspectiva para o setor têxtil e de confecção do Brasil. Durante o 8º Congresso Brasileiro do Algodão & Cotton Expo 2011, que aconteceu no dia 19 de setembro em São Paulo, o diretor-superintendente da ABIT, Fernando Pimentel, apresentou as perspectivas da indústria têxtil brasileira. E vem boa notícia por aí!

“Estima-se que, em 2016, o comércio têxtil e de confecção no mundo alcance a cifra de US$ 856 bilhões. O Brasil participa com 0,6% deste valor”, afirmou. O país ocupa hoje a quinta posição entre os produtores mundiais de têxteis e quarto lugar em vestuário.

O Brasil também se destaca no consumo de fibras de algodão. “Entre 1970 e 2010, esse consumo cresceu 248,8% por aqui. Já no mundo, no mesmo período, o crescimento foi de 108,3%”, apontou.

Ele sinalizou também que o consumo brasileiro per capta também tem aumentado nos últimos tempos. Ele estima que, se o PIB crescer entre 4% e 5%, o consumo de têxteis no Brasil passará dos atuais 12,8 kg por habitante/ano para quase 20 kg por habitante/ano em 2016. Com o incremento da renda e a estabilidade da economia, é possível que o consumo de têxteis e confeccionados no País aumente mais de 50%. São boas novas para o futuro!

Se quiser conferir a apresentação completa, clique aqui.



O 42º Encontro da Moda espera por você!
30 de janeiro a 02 de fevereiro de 2012
Centro de Convenções Frei Caneca

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Peso na forma e no preço

http://carolzitamaia.blogspot.com/2010/07/modelos-plus-size.html Aumento da renda e da obesidade no país estimulam vendas de roupas tamanho GG. Lojas especiais tentam atender demanda crescente, mas valor das peças ainda é bem mais alto O mercado de roupas GG, dominado por fofinhos e grávidas, conta com lojas especiais e movimenta uma parte boa do comércio. Com forte trocadilho, tende a crescer nos próximos anos, com a melhoria na renda do brasileiro e a epidemia de obesidade no país, onde 40% da população já está acima do peso. O preço das peças confeccionadas com exclusividade para os mais cheinhos, porém, é proporcionalmente mais pesado. “Algumas costureiras nem conseguem fabricar peças maiores. No começo precisei insistir com elas para pegarem as encomendas. Outro ponto que encarece é que a sobra de pano no corte de um tecido não dá pra fazer outra peça, como ocorre com os modelos em tamanho normal”, explica Maria Clara Duca, dona da Atmo, luxuosa loja para mulheres acima d...

Ecofashion

Cada dia mais bem informados, os consumidores estão se tornando mais conscientes em relação ao meio ambiente, repensando inclusive o consumo de moda. Tem-se buscado o consumo de peças de vestuário, calçados e acessórios com origem em matérias-primas renováveis, recicladas, sustentáveis. Nesse cenário, confecções que investem verdadeiramente em sustentabilidade saem na frente. No entanto, não basta usar o conceito verde em alguns tecidos e como estratégia de marketing. É preciso garantir a sustentabilidade em toda a cadeia de produção, principalmente se o alvo é também o mercado externo. Sylvio Napoli, gerente de capacitação tecnológica da Abit (Associação Brasileira da Indústria Têxtil), afirma que “Países da Europa e EUA já exigem a comprovação desse comportamento, pedem certificações e impõem barreiras técnicas para a importação. A indústria têxtil brasileira está começando a adaptar suas fábricas a esse novo conceito”. Fique atento!

LOJISTAS: Expectativa positiva para o Natal

Com a aproximação do Natal, é tempo do comércio se preparar para grandes vendas. Em todo o país, crescem as expectativas com a chegada do 13° salário ao mercado. Uma pesquisa realizada em Belo Horizonte - desenvolvida pelo Departamento de Economia da Fecomércio Minas – aponta que mesmo 59,1% dos empresários acreditando que o benefício salarial deverá ser usado para o pagamento de dívidas, a expectativa é positiva, pois, a opção pelo consumo aparece em segundo lugar com 39,5% das respostas. Quitar os débitos e “limpar o nome” pode ser entendido como sinal de intenção de consumo, ou seja, mais compras. Segundo Silvânia Araújo da Fecomércio Minas, “o alto nível de endividamento das pessoas, aliado ao peso das contas em atraso, justifica a expectativa em busca do equilíbrio financeiro para viabilizar novas compras futuras", afirma a economista.