As camisas fazem parte do dia-a-dia das mulheres e se tornaram indispensáveis no guarda-roupa. Luciana Romagnoli, da confecção Ítala Camisas, de Londrina (PR), explica que a coleção foi criada tanto para a mulher que trabalha e precisa estar bem vestida, quanto para os momentos de lazer e fins de semana. Alguns modelos são ideais para quem quer se vestir de maneira mais descontraída. Na cartela de cores, tons neutros e pastéis até pontos de cores mais vivas. Os listrados são clássicos e não podem faltar. A novidade fica por conta da linha romântica, com detalhes em estampas florais minimalistas. Para Luciana a feira é o ponto de encontro com os clientes. “A movimentação de lojistas e os negócios gerados neste domingo foram uma grata surpresa. Abrimos novos clientes e as expectativas são positivas”, complementa.
Cada dia mais bem informados, os consumidores estão se tornando mais conscientes em relação ao meio ambiente, repensando inclusive o consumo de moda. Tem-se buscado o consumo de peças de vestuário, calçados e acessórios com origem em matérias-primas renováveis, recicladas, sustentáveis. Nesse cenário, confecções que investem verdadeiramente em sustentabilidade saem na frente. No entanto, não basta usar o conceito verde em alguns tecidos e como estratégia de marketing. É preciso garantir a sustentabilidade em toda a cadeia de produção, principalmente se o alvo é também o mercado externo. Sylvio Napoli, gerente de capacitação tecnológica da Abit (Associação Brasileira da Indústria Têxtil), afirma que “Países da Europa e EUA já exigem a comprovação desse comportamento, pedem certificações e impõem barreiras técnicas para a importação. A indústria têxtil brasileira está começando a adaptar suas fábricas a esse novo conceito”. Fique atento!

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